Duas décadas de pancadaria em Super Smash Bros.

Eu me lembro do alvoroço causado pelo lançamento de Super Smash Bros. (HAL Laboratory, 1999), as semanas que o jogo estava proibido de ser alugado na locadora porque era requisitado demais, as incontáveis horas em frente ao Nintendo 64 com os amigos aos gritos e risadas.

Super Smash Bros., que dispensa apresentações e começou sua vida como uma alternativa “light” aos games de luta tradicionais, era tanto sobre acertar o smash attack perfeito quanto correr em desespero sempre que um Bob-omb ou martelo aparecia na fase. Além disso, lançar seu adversário à toda velocidade para os cantos da tela dava uma sensação de poder que nenhum outro jogo de luta proporcionava.

Embora já existissem outros crossovers onde personagens de diferentes franquias se encontravam para um quebra-pau, Super Smash Bros. foi o primeiro a trazer personagens que não eram originalmente de jogos de luta, além do uso de um arsenal de armas e itens. Isso mudava tudo porque onde mais você veria um rato amarelo eletrocutando um encanador de meia-idade com uma espada laser na mão?

Super Smash Bros. começou pequeno mas se tornou o gigante que é hoje. São 20 anos de muita pancadaria, e que venham outros mais.

Flávio

Me formei na faculdade de Design em 2007, sou apaixonado pela minha profissão, por rock'n'roll, cozinhar, jogar video game, por Star Wars e hamburger. Colaborador do Greenpeace e Médicos Sem Fronteiras.

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